terça-feira, 1 de julho de 2014

Evidências


 
Esta é uma canção antiga, que se ouvia muito quando eu era adolescente. Datada, pois. Mas hoje fui buscá-la ao fundo da memória e, subitamente, voltei a lembrar-me dela.
Talvez porque, apesar de nunca esquecer a importância dos amigos na minha vida nem o quanto me são fundamentais, há certos dias em que isso se me torna ainda mais óbvio.

2 comentários:

  1. Não sei quem terá dito qualquer coisa parecida como esta: "a importância de um homem mede-se pela quantidade de inimigos que mantém". Seja quem terá dito, isto ou parecido, preferia perifraseá-lo assim: "A bondade de um Homem pode ser medida pela quantidade de verdadeiros amigos que conserva". Não lhe parece, Isabel?

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    1. Parece-me que tem razão; e prefiro a sua versão, porque gosto sempre mais de ver as coisas pelo lado positivo.
      O que está subjacente à frase inicial, parece-me, é aquela ideia de que ser-se temido ou invejado engrandece quem é alvo disso; e que não haverá nada pior do que suscitar indiferença.
      Ainda assim, mesmo na "sua" frase, a palavra "quantidade" estará ali a mais e apenas o adjectivo verdadeiro lhe atenua o efeito. Porque é sempre preferível ter amigos verdadeiros, mesmo que poucos, do que ter muitos amigos, sem certezas sobre a veracidade e profundidade dos laços que nos unem a eles e eles a nós.
      É um lugar-comum, mas os meus amigos são o meu bem mais precioso, de facto, - digo-o muitas vezes - e prefiro ter os amigos que tenho, sem os quais a minha existência seria muito diferente, do que muito dinheiro, por exemplo (que não tenho, mas não me queixo muito e nem gosto de falar disso...)

      Acho que percebeu o que eu queria dizer...

      Beijinho :)

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